Na vida estamos sempre aprendendo, e sempre temos pessoas ao nosso redor que nos auxiliam em nosso aprendizado. Deus em sua infinita misericórdia se utiliza em vários momentos de pessoas, para que possamos crescer no conhecimento da verdade que nos leva cada vez mais a Ele. Nesse último domingo celebramos na Igreja a Solenidade da Assunção de Nossa Senhor, e celebrar essa solenidade é celebrar o desejo de Deus em nos salvar, e de também nos apresentar modelos que nos conduzam sempre mais a Ele.
Maria é a Mãe de Deus, aquela que aceitou dar a luz ao salvador da humanidade, Nosso Senhor Jesus Cristo. Através do Sim de Maria a Salvação entrou no mundo, e não me ponho aqui a discutir, se poderia ser outra ou não, ou até mesmo se ela tivesse dito não. A grandeza de Maria está no seu sim dito a Deus, que foi um sim irrevogável, ela nos mostra que nós também precisamos dizer o nosso sim a Deus, e que o nosso sim a Deus, produz vida eterna, Maria foi assunta aos céus por ter dito um sim a Deus irrevogável, o sim de Maria trouxe Deus a terra, precisamos também nós com o nosso sim a Deus, trazê-lo em nós de forma que tudo ao nosso redor possa ser transformado, parece até utópico, mas só pode compreender isso, esperar algo desse tipo quem acredita em Deus, assim como Maria acreditou.
Maria é para nós não só intercessora, mas é também modelo, ela nos mostra que o nosso sim a Deus, nos conduz de forma definitiva a Ele, somos vocacionados a dizer o sim a Deus, somos homens e mulheres do sim, resposta essa que sempre vai nos conduzir a felicidade eterna. Peçamos a Deus a graça da fidelidade, que em nossa vida assim como Maria pronunciemos sempre o sim a Deus, para que nos aproximemos cada vez mais dele.
Deus abençoe a todos.
Padre Júlio Cezar
segunda-feira, 22 de agosto de 2011
domingo, 2 de janeiro de 2011
Para o futuro um olhar de esperança.
A todos um Feliz Ano Novo!
Esse é o meu primeiro blog no ano, estou trabalhando no momento, ao do que estou fazendo me deu vontade d escrever, então vou me dividir um pouco entre trabalhar e escrever.
Gente é ano novo, chegamos a 2011, nossa o tempo passa, nasci no início da década de 80, falando assim eu percebo que o tempo realmente está em movimento, mas na verdade quem está em movimento sou eu, mas deixemos a física e a filosofia de lado, ainda mais que de física pouco me lembro, mas não é sobre isso que quero falar, mas sim do ano novo.
Falar em ano novo, é falar de esperança, só podemos celebrar o ano novo, ao menos acredito eu, se temos a esperança de um ano realmente novo, diferente ou ainda melhor do que foi o nosso ano anterior, mas é engraçado, "ano novo" só é possível por uma forma de marcação de tempo, o tempo ele existe em função da nossa humanidade, somos perecíveis, então marcamos a nossa passagem momento após momento, é engraçado que de um dia para o outro é outro ano, porem a distancia de um ano para o outro não é tão grande, ao menos de início, o que faz um ano ser novo, diferente?
O ar, é praticamente o mesmo, se não está um pouco pior, o que há de novo nesse ano de 2011? Creio que não é o "Ano" em si, mas o nosso desejo de uma nova etapa, sendo assim quem faz um ano novo somos nós, e não é o ano quem nos faz novos, é o nosso desejo e empreendimento que faz esse ano realmente novo. É tempo de voltar-mos o olhar para traz não com nostalgia apenas, mas com olhar de quem quer aprender com o que passou, e construir um novo amanhã, celebrar o dia 1º como entrada em um ano completamente novo, é a certeza de que temos um marco histórico, não "histórico universal", mas sim pessoal, um marco na minha vida, e na sua vida, a oportunidade de fazer-mos melhor do que fizemos no ano que se passou, mas a vida continua e o que passou continua na nossa história, alguns querem apagar o que passou, mas isso não é positivo, por mais doloroso que tenha sido o passado, pois se não olhar-mos para o passado como quem quer aprender com o que passou, estamos fadados a cair-mos no mesmo passado doloroso, mas é claro que no ano que se passou não temos apenas tristezas, mas temos muitas vitórias, mas infelizmente é mais fácil parar-mos nos fracassos do ano que se passou, mas quem olha apenas para o passado reparando os fracassos como quem se afunda nele, ficará aprisionado em suas derrotas passadas, trazendo-as para o presente e futuro.
Quero dizer com tudo isso, que ano novo não é um tempo mágico, mas pode ser um marco histórico pessoal, onde percebemos a mudança acontecendo em nossas vidas, ano novo feliz e vitorioso é construído com muita luta, não é tempo de parar mas de continuar, tendo um olhar de esperança. Mas te digo mais uma coisa, comece um 2011 de forma nova ou coerente, ao menos para um cristão, agora digo diretamente aos cristão, se você não é, por favor não se ofenda, mas eu sou, então não posso negar o que sou, aos cristãos eu digo o seguinte, não existe ano novo sem Cristo, Ele precisa ser o nosso marco histórico pessoal, a nossa verdadeira vitória se da com Ele a frente de nossos empreendimentos, Cristo é o centro de nossas vidas, tentar viver fora Dele, é loucura da nossa parte, pois estaremos sempre entregues ao erro.
Desejo a você um feliz e abençoado Ano Novo, tendo Cristo como o centro de sua vida, e de seus empreendimentos.
Que Deus te abençoe!
quarta-feira, 22 de dezembro de 2010
Morte passagem necessária
Hoje olhando na internet encontrei a foto de um amigo e irmão de comunidade que faleceu a quase um ano, estavamos no mesmo ano de faculdade, e na época dormia-mos no mesmo quarto, é um choque alguem próximo a você morrer, ainda mais quando você se imagina no lugar da pessoa. O Hayslan sofreu um acidente de carro junto com outros irmãos, ele ficou uma semana internado e enfim no dia 31 veio a falecer, engraçado que eu tinha pedido a nosso Senhor a graça de ter ido a missa que o Hayslan foi, onde estavam expostas as relíquias de Dom Bosco, mas acabei não indo, não quero aqui entrar na discurssão do "se" eu tivesse ido, mas sim de como estou levando a minha vida, pois eu não sei quando ela aqui vai se findar, creio na vida eterna, mas se eu não viver bem o hoje essa vida eterna não vai chegar a mim.
É incrivel, pensar na minha vida lembrando a morte desse meu irmão que lutou tanto para viver, queria ser padre assim como eu, começou a estudar bem antes de mim, mas morreu antes de realizar esse sonho, isso mexe comigo, será que estou levando a minha vida a séria, ou com a seriedade que ela merece? Não tenho o direito de levar a minha vida de qualquer jeito, não tenho mesmo, pois se Deus me da a graça de ainda estar aqui, e de neste momento está escrevendo esse que alguem provavelmente vai ler e até mesmo repensar a sua vida, ou simplesmente achar que isso é besteira, mas só pode ser besteira para uma vida sem sentido, não posso viver por viver, ir na onda, "deixar a vida me levar", isso não é vida, me desculpe quem pensa assim, saiba de uma coisa, você não sabe do seu amanhã, não podemos viver como se não tivesse-mos um amanhã, como se a vida terminasse aqui, ou até mesmo como se a nossa vida de nada valesse, Deus nos deu um dom precioso, e eu me pergunto, o que tenho feito dele? talvez até algumas coisas boas, mas será que isso me basta? Mediante a tão grande dom recebido?
Acredito que a vida de certa forma também é um dom, e isso pode até mesmo assustar algumas pessoas, mas não posso ver a vida apenas como uma inimiga, ela faz parte do itinerário da vida humana, ela é a porta de passagem, porem ela não da passagem para um único lugar, e corremos o risco de morrer sem vivermos tudo o que deveria-mos viver aqui, ou da forma que deveria-mos viver. Não pretendo aqui dar respostas para o fim último da vida humana, mas expressar meu sentimento frente a morte de um amigo, que até hoje repercute em minha vida, de um "mal" Deus pode e tira um bem, creio que depende da abertura de nossos corações, a forma da morte desse meu amigo foi e é um mal que mexe comigo até então, não sou de chorar, e isso não é mérito, mas quando penso nisso me vem o desejo de chorar, creio que a ausência de um amigo faz isso, mas que também repensar a vida é um ato doloroso quando se quer viver da melhor forma possível.
Como disse não quero e nem me atrevo responder coisas relacionadas ao fim último da vida humana, sou teólogo, mas este blog é um momento de partilha, de certa forma reflexiva mas não académica, deixemos o ter altamente teológico para depois se alguém assim o desejar. Creio que a morte não é o fim, ela é a passagem, é porta, talvez o medo que temos dela é em função do fim deste momento presente, mas quando passamos a olhar para um novo amanhã, aquele que nosso Senhor tanto nos mostrou, que é a vida eterna, até a morte mais dolorosa cria sentido em nossas vidas.
Que o Senhor nos ensine a viver o hoje olhando para o amanhã que se encontra nele, que é a nossa mais profunda e verdadeira realização.
Fiquem com Deus.
É incrivel, pensar na minha vida lembrando a morte desse meu irmão que lutou tanto para viver, queria ser padre assim como eu, começou a estudar bem antes de mim, mas morreu antes de realizar esse sonho, isso mexe comigo, será que estou levando a minha vida a séria, ou com a seriedade que ela merece? Não tenho o direito de levar a minha vida de qualquer jeito, não tenho mesmo, pois se Deus me da a graça de ainda estar aqui, e de neste momento está escrevendo esse que alguem provavelmente vai ler e até mesmo repensar a sua vida, ou simplesmente achar que isso é besteira, mas só pode ser besteira para uma vida sem sentido, não posso viver por viver, ir na onda, "deixar a vida me levar", isso não é vida, me desculpe quem pensa assim, saiba de uma coisa, você não sabe do seu amanhã, não podemos viver como se não tivesse-mos um amanhã, como se a vida terminasse aqui, ou até mesmo como se a nossa vida de nada valesse, Deus nos deu um dom precioso, e eu me pergunto, o que tenho feito dele? talvez até algumas coisas boas, mas será que isso me basta? Mediante a tão grande dom recebido?
Acredito que a vida de certa forma também é um dom, e isso pode até mesmo assustar algumas pessoas, mas não posso ver a vida apenas como uma inimiga, ela faz parte do itinerário da vida humana, ela é a porta de passagem, porem ela não da passagem para um único lugar, e corremos o risco de morrer sem vivermos tudo o que deveria-mos viver aqui, ou da forma que deveria-mos viver. Não pretendo aqui dar respostas para o fim último da vida humana, mas expressar meu sentimento frente a morte de um amigo, que até hoje repercute em minha vida, de um "mal" Deus pode e tira um bem, creio que depende da abertura de nossos corações, a forma da morte desse meu amigo foi e é um mal que mexe comigo até então, não sou de chorar, e isso não é mérito, mas quando penso nisso me vem o desejo de chorar, creio que a ausência de um amigo faz isso, mas que também repensar a vida é um ato doloroso quando se quer viver da melhor forma possível.
Como disse não quero e nem me atrevo responder coisas relacionadas ao fim último da vida humana, sou teólogo, mas este blog é um momento de partilha, de certa forma reflexiva mas não académica, deixemos o ter altamente teológico para depois se alguém assim o desejar. Creio que a morte não é o fim, ela é a passagem, é porta, talvez o medo que temos dela é em função do fim deste momento presente, mas quando passamos a olhar para um novo amanhã, aquele que nosso Senhor tanto nos mostrou, que é a vida eterna, até a morte mais dolorosa cria sentido em nossas vidas.
Que o Senhor nos ensine a viver o hoje olhando para o amanhã que se encontra nele, que é a nossa mais profunda e verdadeira realização.
Fiquem com Deus.
domingo, 14 de novembro de 2010
Autoridade que vem do desejo de Deus
Neste final de semana está acontecendo aqui em cachoeira Paulista um acampamento de cura e libertação, a chácara está lotada, tem por volta de 70,000 pessoas, e isso é muita gente, o pregador do retiro é o Pe. Ruffus da Índia.Esta sendo uma acampamento fantástico, algumas coisas me chamam muito a atenção neste acampamento, vou partilhar algumas delas.
Em primeiro lugar, é a quantidade de pessoas que estão participando deste retiro, é um grande sinal, sinal de que as pessoas estão querendo ser curadas, e se elas querem isso, é sinal que elas percebem isso, elas estão cientes de que tem feridas que as impedem de viver, de serem livres. São feridas interiores, algumas estão escondidas no mais profundo do nosso ser, e não temos tanta consciência, mas alem de nossa consciência existe um Deus que quer nos curar, e podemos perceber isso ao longo de toda a história bíblica, onde percebemos um Deus que luta para nos tocar.
Uma outra coisa que me chama muito a atenção é que as pessoas buscam a cura, mas não sabem como alcançar essa cura, e o pregador vai mostrando que essa cura não vem de forma mágica mas sim, através da consciência de estamos feridos, e assumimos as nossas feridas, e vamos ao encontro do Senhor, pois a cura vem da experiência com Deus, com nosso Senhor Jesus Cristo.
Uma outra coisa que me chama a atenção é que sempre quando o Pe. Ruffus vem aqui em cachoeira Paulista essa chácara fica lotada, e o interessante é que o pregador não tem atrativos externos, como, beleza física, voz bonita ou algo do tipo, e isso é belo, pois percebo que as pessoas vem atrás de Deus, são atraídas por Deus, Aristóteles dizia que existia um motor imóvel, que movia todas as coisas, e nós cristão entendemos muito bem o que ou melhor quem é esse motor imóvel, ele é Deus, o que me chama atenção nesse pensamento é que Deus é aquele que nos move, somos atraídos a Ele, dia-após-dia.
Vendo tantas pessoas sendo atraída me recordo de uma pergunta que é feita no evangelho de Marcos a Jesus: "E lhe disseram: Com que autoridade fazes tu estas coisas? ou quem te deu tal autoridade para fazer estas coisas?" Mc 11,28. É a mesma pergunta que poderia-mos fazer ao Pe. Ruffus, e creio que a resposta seria a seguinte: "Vem de nosso Senhor Jesus Cristo".
Percebo que fazer um acampamento de cura e libertação é a certeza de que Deus nos quer curados, e não apenas umas cura física, mas sim uma cura interior, aquela que nos faz capaz de amar.
Irmãos e irmãs, clamemos a Deus de todo o nosso coração que ele nos cure, que ele nos mostre o caminho da cura e não o da magia. Estamos todos machucados, necessitados de cura, e o mundo está nos apresentando uma falsa cura, que na verdade é anestésico, pois não vai na raiz, apenas nos da uma sensação de prazer só que muito momentâneo.
A verdadeira cura e libertação vem também com a nossa conversão, essa é a maior cura que pode vir até nós, ver essa multidão me traz a certeza, Deus quer nos curar, só por isso ele trouxe essas milhares de pessoas até aqui.
Fiquem na Paz
Em primeiro lugar, é a quantidade de pessoas que estão participando deste retiro, é um grande sinal, sinal de que as pessoas estão querendo ser curadas, e se elas querem isso, é sinal que elas percebem isso, elas estão cientes de que tem feridas que as impedem de viver, de serem livres. São feridas interiores, algumas estão escondidas no mais profundo do nosso ser, e não temos tanta consciência, mas alem de nossa consciência existe um Deus que quer nos curar, e podemos perceber isso ao longo de toda a história bíblica, onde percebemos um Deus que luta para nos tocar.
Uma outra coisa que me chama muito a atenção é que as pessoas buscam a cura, mas não sabem como alcançar essa cura, e o pregador vai mostrando que essa cura não vem de forma mágica mas sim, através da consciência de estamos feridos, e assumimos as nossas feridas, e vamos ao encontro do Senhor, pois a cura vem da experiência com Deus, com nosso Senhor Jesus Cristo.
Uma outra coisa que me chama a atenção é que sempre quando o Pe. Ruffus vem aqui em cachoeira Paulista essa chácara fica lotada, e o interessante é que o pregador não tem atrativos externos, como, beleza física, voz bonita ou algo do tipo, e isso é belo, pois percebo que as pessoas vem atrás de Deus, são atraídas por Deus, Aristóteles dizia que existia um motor imóvel, que movia todas as coisas, e nós cristão entendemos muito bem o que ou melhor quem é esse motor imóvel, ele é Deus, o que me chama atenção nesse pensamento é que Deus é aquele que nos move, somos atraídos a Ele, dia-após-dia.
Vendo tantas pessoas sendo atraída me recordo de uma pergunta que é feita no evangelho de Marcos a Jesus: "E lhe disseram: Com que autoridade fazes tu estas coisas? ou quem te deu tal autoridade para fazer estas coisas?" Mc 11,28. É a mesma pergunta que poderia-mos fazer ao Pe. Ruffus, e creio que a resposta seria a seguinte: "Vem de nosso Senhor Jesus Cristo".
Percebo que fazer um acampamento de cura e libertação é a certeza de que Deus nos quer curados, e não apenas umas cura física, mas sim uma cura interior, aquela que nos faz capaz de amar.
Irmãos e irmãs, clamemos a Deus de todo o nosso coração que ele nos cure, que ele nos mostre o caminho da cura e não o da magia. Estamos todos machucados, necessitados de cura, e o mundo está nos apresentando uma falsa cura, que na verdade é anestésico, pois não vai na raiz, apenas nos da uma sensação de prazer só que muito momentâneo.
A verdadeira cura e libertação vem também com a nossa conversão, essa é a maior cura que pode vir até nós, ver essa multidão me traz a certeza, Deus quer nos curar, só por isso ele trouxe essas milhares de pessoas até aqui.
Fiquem na Paz
domingo, 22 de agosto de 2010
Um Deus que não se cansa de acreditar
Sou apaixonado por Cristo e por suas atitudes, me impressiona e olhar nos evangelhos o profundo amor que Ele tem pela humanidade, quando encontrava uma pessoa desacreditada pela sociedade e até mesmo por si mesma, Ele revelava a ela o valor que ela tinha.
É comum nós desacreditar-mos das pessoas que estão a nossa volta, fazemos isso até mesmo isso conosco, e infelizmente somos aqueles que geralmente condenam alguém pelo passado, julgamos a pessoa por aquilo que ela fez, que ela viveu, diante disso que me animo ao olhar para Cristo, e ver que Ele fez e faz de forma diferente. Gosto muito de falar de Maria Madalena, pois no evangelho de Nosso Senhor segundo Lucas, é narrado que Maria Madalena foi curada e liberta por Jesus e que dela saíram sete demônios, falar que dela saíram sete demônios, é dizer que naquela mulher existiam muitas enfermidades não só físicas, mas também psicológicas e espirituais, o sete na bíblia expressa a totalidade de algo, algo incalculável.
Após a ressurreição Jesus segundo João aparece em primeiro lugar a Maria Madalena, aquela que foi logo de madrugada cuidar do corpo de Jesus. Em Maria Madalena vejo o trato de Jesus com toda a humanidade, pois ele a acolheu, não a condenou pelos males que tinha, e nem pelo mal que havia vivido, ao contrário da sociedade da época Ele a acolhe, e em momento algum o vemos a excluindo, ela que foi uma de suas seguidoras, existe um livro que afirma, que Maria Madalena não se converteu naquele momento, e que viveu inumeras quedas até decidir-se inteiramente por Cristo, não sei até que ponto isso é verdade, mas vejo uma verdade nisso, Cristo espera o tempo de cada um e não nos condena em meio as nossas quedas, quando digo não nos condena, não me refiro a fazer vista grossa diante de nossas fraquezas, mas vê que nós somos mais que nossas fraquezas, e não nos rejeita por elas.
É animador ver em Cristo o amor absoluto que até mesmo nos constrange, Ele não nos condena por nossa história, mas entra nela para nos fazer mais felizes. aprenda-mos com Cristo amar, e ir-mos alem da história de cada um.
Fiquem com Deus.
É comum nós desacreditar-mos das pessoas que estão a nossa volta, fazemos isso até mesmo isso conosco, e infelizmente somos aqueles que geralmente condenam alguém pelo passado, julgamos a pessoa por aquilo que ela fez, que ela viveu, diante disso que me animo ao olhar para Cristo, e ver que Ele fez e faz de forma diferente. Gosto muito de falar de Maria Madalena, pois no evangelho de Nosso Senhor segundo Lucas, é narrado que Maria Madalena foi curada e liberta por Jesus e que dela saíram sete demônios, falar que dela saíram sete demônios, é dizer que naquela mulher existiam muitas enfermidades não só físicas, mas também psicológicas e espirituais, o sete na bíblia expressa a totalidade de algo, algo incalculável.
Após a ressurreição Jesus segundo João aparece em primeiro lugar a Maria Madalena, aquela que foi logo de madrugada cuidar do corpo de Jesus. Em Maria Madalena vejo o trato de Jesus com toda a humanidade, pois ele a acolheu, não a condenou pelos males que tinha, e nem pelo mal que havia vivido, ao contrário da sociedade da época Ele a acolhe, e em momento algum o vemos a excluindo, ela que foi uma de suas seguidoras, existe um livro que afirma, que Maria Madalena não se converteu naquele momento, e que viveu inumeras quedas até decidir-se inteiramente por Cristo, não sei até que ponto isso é verdade, mas vejo uma verdade nisso, Cristo espera o tempo de cada um e não nos condena em meio as nossas quedas, quando digo não nos condena, não me refiro a fazer vista grossa diante de nossas fraquezas, mas vê que nós somos mais que nossas fraquezas, e não nos rejeita por elas.
É animador ver em Cristo o amor absoluto que até mesmo nos constrange, Ele não nos condena por nossa história, mas entra nela para nos fazer mais felizes. aprenda-mos com Cristo amar, e ir-mos alem da história de cada um.
Fiquem com Deus.
sábado, 24 de julho de 2010
O Sofrimento não é o fim
Muitas pessoas estão apresentando atualmente fórmulas para viver sem sofrimento, é um desejo justo, porem oferecer uma fórmula desse tipo é enganação, pois não encontraremos uma fórmula verdadeira que nos faça viver sem sofrimento.
Olhemos para uma mulher grávida geralmente quando a mulher descobre que está grávida e que traz em si uma outra vida, ela se alegra, alegria essa que a faz acolher a idéia de um parto que no primeiro momento a fará sofrer, porem ela sabe que aquele sofrimento é temporário, e após o sofrimento vem a alegria de uma nova vida, ela encontra um sentido para o sofrimento vivido.
Não sou masoquista, porem ainda não encontrei a forma de evitar os sofrimentos, alguns até que consigo, porem não a todos, com isso dia-após-dia preciso dar um sentido não somente a minha vida, mas também aos sofrimentos do dia-a-dia. Não estou dizendo que temos que nos conformar com eles, porem eles estão ai, e alguns são inevitáveis, algumas pessoas atualmente gastam tanto, e tanto tempo para evitar os sofrimentos que de certa forma deixam de viver.
Não acabaremos com o sofrimento do mundo, algum sofrimento podemos até evitar, mas os sofrimentos que são inevitáveis precisam ser bem vividos, e vivê-los bem não dizer que gosta deles ou que os merece, mas sim encontrar um sentido para que o sofrimento não seja em vão, digo sentido e não justificativa. É preciso compreender que o sofrimento não precisa ser o fim, e na verdade não é, desde que encontremos o sentido para bem vivê-lo e supera-lo.
Fiquem com Deus.
Olhemos para uma mulher grávida geralmente quando a mulher descobre que está grávida e que traz em si uma outra vida, ela se alegra, alegria essa que a faz acolher a idéia de um parto que no primeiro momento a fará sofrer, porem ela sabe que aquele sofrimento é temporário, e após o sofrimento vem a alegria de uma nova vida, ela encontra um sentido para o sofrimento vivido.
Não sou masoquista, porem ainda não encontrei a forma de evitar os sofrimentos, alguns até que consigo, porem não a todos, com isso dia-após-dia preciso dar um sentido não somente a minha vida, mas também aos sofrimentos do dia-a-dia. Não estou dizendo que temos que nos conformar com eles, porem eles estão ai, e alguns são inevitáveis, algumas pessoas atualmente gastam tanto, e tanto tempo para evitar os sofrimentos que de certa forma deixam de viver.
Não acabaremos com o sofrimento do mundo, algum sofrimento podemos até evitar, mas os sofrimentos que são inevitáveis precisam ser bem vividos, e vivê-los bem não dizer que gosta deles ou que os merece, mas sim encontrar um sentido para que o sofrimento não seja em vão, digo sentido e não justificativa. É preciso compreender que o sofrimento não precisa ser o fim, e na verdade não é, desde que encontremos o sentido para bem vivê-lo e supera-lo.
Fiquem com Deus.
Uma resposta que transforme
Como nenhum de nós é uma ilha, ao longo de nossa vida nós, nos encontramos com várias pessoas e esses encontros são positivos ou negativos. Algumas pessoas já estão tão frustradas e machucadas que não confiam mais, e nem querem contato de proximidade com as pessoas, devido aos machucados causados por esses encontros. É sabido que nem todas as pessoas que encontramos nos fazem bem, algumas nos machucam profundamente consciente ou inconscientemente, mas independente da consciência das pessoas que estão ao nosso redor, nós em algum momento saímos machucados.
Então mediante a isso o que fazer? deixar de nos relacionar? acredito que a resposta não é essa, pois inumeras ciências chegam a conclusão de que o homem é um ser sociável, o homem é um ser para o relacionamento e assim vai, sendo assim deixar de nos relacionar, é ir contra a nossa própria natureza.
Ao mesmo tempo que somos machucados, somos também causadores de machucados, pois machucamos as pessoas que estão a nossa volta e a nós mesmos. A questão fundamental a respeito desses encontro não está nos machucados em si, mas sim na resposta que damos tanto aos encontros negativos que nos machucam, como também aos positivos.
No dia-adia nós geralmente deixamos que as experiências negativas que temos com os encontros nos transforme, ou melhor dizendo nos deformem, precisamos dar uma resposta diferente, uma resposta positiva, pois não podemos ser deformados pelas atitudes de algumas pessoas que depois nem mesmo se importarão com o que provocaram em nós.
De um mal pode surgir um bem, e isso depende da resposta que damos ao mal que nos é imposto, aprendamos a dar uma resposta diferente, para que possamos crescer a cada encontro do dia-dia.
Fiquem com Deus!
Então mediante a isso o que fazer? deixar de nos relacionar? acredito que a resposta não é essa, pois inumeras ciências chegam a conclusão de que o homem é um ser sociável, o homem é um ser para o relacionamento e assim vai, sendo assim deixar de nos relacionar, é ir contra a nossa própria natureza.
Ao mesmo tempo que somos machucados, somos também causadores de machucados, pois machucamos as pessoas que estão a nossa volta e a nós mesmos. A questão fundamental a respeito desses encontro não está nos machucados em si, mas sim na resposta que damos tanto aos encontros negativos que nos machucam, como também aos positivos.
No dia-adia nós geralmente deixamos que as experiências negativas que temos com os encontros nos transforme, ou melhor dizendo nos deformem, precisamos dar uma resposta diferente, uma resposta positiva, pois não podemos ser deformados pelas atitudes de algumas pessoas que depois nem mesmo se importarão com o que provocaram em nós.
De um mal pode surgir um bem, e isso depende da resposta que damos ao mal que nos é imposto, aprendamos a dar uma resposta diferente, para que possamos crescer a cada encontro do dia-dia.
Fiquem com Deus!
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